
Dizia-se mágica, me fez acreditar que era de contos de fadas... Suspirou como nas histórias, me gostou em versões ilusórias... cantou em meus ouvidos palavras calmas, teve de mim as palmas. Mãos sonhadoras e olhos brilhantes, olhos que para ela foram tão irritantes.
Imitou um ídolo e teve a despedida de um discípulo.
Enviei cartas rasgadas de vontade e ela me devolveu papeis regados a saudade.

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