domingo, 11 de dezembro de 2011


As imagens estão contorcidas, não consigo entender o que sai da boca das pessoas... Penso na boca dela... Choro tanto!

Me sinto, me sinto um pouco mais idiota... parece que é assim só pra mim, parece que dói mais pra mim do que para qualquer outra pessoa..

Época de natal, fixo nas luzes, brilham tanto que esqueço, tem peixes, laranja me faz tão bem... e o turquesa? O rosa? O vermelho vem dos meu olhos... Olhos vermelhos e tristes, você podia imaginar isso menina?

Cheia de perguntas... Tudo gira... Tento lembrar o que me deram essa noite, só lembro na boca dela indo embora...

Eu sabia, desde o inicio que ia ser assim... Todo inicio suplica pelo fim. Alguém leu assim pra mim, todo inicio, menina, requer o fim.

Você pode sofrer, ele, todos sofrem, o ceticismo me abandonou. Branco se mistura com tudo e não consigo pensar em nada mais...

Cada vez entendo mais a Natasha, que me enchia de historias, que descuidou tanto para que sempre lembrasse dela encantada, tivesse a imagem mais bonita e saudosa que existe. Com olhos, cheiros, jeitos, imaginários... O lírico me pertence tanto que nem no abandono, o abandono!

A cantora entra na minha mente, abro os olhos e te vejo, adele grita tão alto no meu ouvido você chora bem aqui, na minha frente, tão perto... porque não consigo te alcançar? Não tenho coragem de te fechar os olhos pois eu sei que quando abrir não irei mais te encontrar... Nunca... nunca mais ...

Digladiar,

Amaldiçoar

Abandonar

Entristecer

Bêbada, estou bêbada!...

Eu te amo, mas preciso fechar os olhos e te dizer adeus... só assim te amarei para sempre...

Eu não suportaria perder o amor que sinto por você eu não entenderia....

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A Carta


Os tempos estão difíceis por aqui, menina das historias.

Tudo tão cheio de nuvens, tudo tão frio...

Desde que você sumiu, as coisas desandaram... Rodopiei tanto, achataram tanto.

Me sinto fina e oca, tão tonta... Ando tonteando por ai...

Me imagina rodando igual aqueles rodamoinhos cheios de folhas que tanto nos impressionam quando somos criança? Pois é, vai me achar todo fim de tarde cambaleando entre as folhas e as poeiras.

Me procura lá um dia desses, as tardes estão agradáveis... Aquele frio que tanto me cai bem, o final do sol que tanto lhe cai bem, o vento... Mas é raro ver uma das chuvas que nos prometemos tanto não é?

Se não se importar por elas, te prometo um café. Me perdoe mas terei que optar pelo chá, mas te acompanho na conversa de cafeteria. Sabe café nunca me caiu bem... Você sempre me escapou bem.

As noites frias como esta, sempre me lembram você. Não porque me esquentou um dia, até porque a cabeça anda querendo o calor de alguém que se quer consegui te contar. Acho que não tem mais paciência pras minhas historias, decidiu me punir assim me privando das suas.

As noites frias me lembram das nossas conversas, e como era fácil acalmar na bagunça em que deixava minha cabeça.

Ontem perdi a cabeça... Destruí tudo que tinha dentro de mim, gritei as coisas todas em que não solto a... Nem lembro o ultimo dia em que as pronunciei.

Achei o alfinete que tinha escondido em alguma parte do meu corto e me furei inteira, as artérias, as veias, os interiores todos que pertencem ao meu corpo. Hoje achei que seria pior, frio, noite, alfinete a mostra. Estou com medo.

Tanto medo do que eu possa vir a fazer. Medo de sentir mais frio do que eu consiga suportar. Medo de nunca mais falar com você...

Percebo, hoje... que ninguém entenderia a necessidade que temos uma da outra, assim temos que por amar tanto ficar longe... amamos tanto elas que... Ah! não existem moças como nós hoje em dia, somos feitas pra casar, feitas pra apaixonar até morrer. De paixão ou do coração (rima idiota digna das nossas conversar noturnas rs)

Foi bom falar com você, menina. Assim que decidir o que farei com o alfinete volto a contatar. Te acho ai do outro lado da cidade, sentada de novo no meu imaginário em uma esquina qualquer.

Saudade!!!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Todas as cores dela


Abri os olhos, e como em um sonho senti no vento o violeta... fechei os olhos pensando delirar... me levantei e sai..

Andei tanto, quanto mais andava sentia o vendo batendo contra mim, sentia ele por dentro da roupa, o engolia.

Ela me faz sentir mais, foi com essa frase que soltaram sacos e mais sacos de cores em pó... rosa, azul céu, mar, verde... flores, sonhos em amarelo... o vento que vinha ao encontro do meu rosto agora gritava o roxo, o que levantava meus cabelos para a esquerda trançavam em bordô. Meus olhos atentos acompanhavam cada movimento daquele balé de misturas em pó e cores e sorrisos, meus.

O vento que me incentivava em ir pra frente tocava em mim em verde água... as cores se misturavam e em cada nova mistura, sentia uma vontade louca de andar mais e mais rápido, sentir todas elas em mim.

As cores andavam conforme o vento, cada um com seu significado... foi uma explosão de sentidos, ventava tanto e eu tentava olhar cada movimento, cada mistura... o Tatuapé nunca viu tantas cores, tanta vontade, tanto...

Parei, abri os braços, elas passavam por entre eles, entrava na roupa, ventava... e elas entravam em mim...

Quanto tempo uma pessoa demora para entrar? Quanto tempo demora para que essa mesma não possa sair nunca mais?

Olhei para cima e lá, lá longe tudo parecia calmo. Tão sereno quanto os olhos dela...

Pensar nela é vermelho... intensamente vermelho... não existe misturas, não existe explosões, é vermelho do mais forte, do mais difícil de se achar...

Tudo rodou, rodei junto. Tudo voltou a girar, como antes, como no brinquedo no parque, como no restaurante de beira de estrada, como aquele dia quieto de tempos atrás. Girou tão forte quanto todos esses dias, mas existiam cores, todas as cores... me vi outra vez girando com a companhia de toda a escala existente de essências. As misturei tanto que há vi vermelho... senti em vermelho. Eu acho mesmo que me apaixonei por você, eu acho mesmo que é você que não pode sair daqui. Foi assim que gritei no Tatuapé.

Sentei em um banco qualquer, acabei de ouvir o ultimo trecho de acordes cantantes... A ventania agora me vinha como brisa, calma e prazerosa... lembrei da sua boca, e do tom dos traços da sua mão... mãos, tão minhas...

Levantei, sorri do jeito que você merece, respirei o máximo possível, peguei de você o máximo possível, sonhei com você o impossível.

Abri os olhos, mais um dia, mais um dia colorido ao redor, vermelho lindo... tão lindo em você.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011


"Me ajuda que hoje eu tenho certeza absoluta que já fui Pessoa ou VirginiaWoolf em outras vidas, e filósofo em tupi-guarani, enganado pelos búzios, pelas cartas, pelos astros, pelas fadas. Me puxa para fora deste túnel, me mostra o caminho para baixo da quaresmeira em flor que eu quero encontrar em seu tronco o lótus de mil pétalas do topo da minha cabeça tonta para sair de mim e respirar aliviado, e por um instante não ser mais eu que hoje não me suporto nem me perdôo de ser como sou, sem solução"
(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Por q u e ? ? ? é... hum!



O sol tá querendo surgir, meio tímido...


Não sei por quanto tempo mais irei o ver assim, ao nascer. Me vem a cabeça as palavras, tão verdadeiras. E o sol nascendo outra vez.


Quando a conheci me enchi de vontade, tantas eram as curiosidades, as mais absurdas e deliciosas. Hoje...


Hoje vendo o sol, tenho tanta curiosidade de saber por onde anda... atrás do sol talvez... deitada em algum canto, na noite... falando com alguém até as 5 da manhã.?!...


Tão limitado... foi assim a aproximação, tanto tempo limitado...


Seria tão maior, grande mesmo... do tamanho que você, eu... e todo o resto esperava de mim.


Mas o resto não se decepcionou, o resto me acompanhou... subiu comigo alto, e quando cheguei lá percebi que continuava sozinha, no alto, era, só, com, você, que, planejei, s u b i r...


Cansaço? Talvez!


Me sinto tola em ainda, sorrir quando lembro de você... emendo com choro quando lembro que é, e será, só algo a lembrar...


- Posso?


- Passa! [disse]


- Onde?


- Não me importa [disse de novo]


- Não me deixe aqui, sem você


- Já não estou aqui, nunca estive... Não me espere, eu nunca estarei! [maltratou a mim assim]



Lembrei de coisas boas, ruins, boas, boas... imaginar sua mão, a viagem de cores fortes, ideologias confusas...


Lembrei tanto de você, que me dei bom dia do mesmo jeito que você, em dias felizes, daria a mim...


Coloquei o indicador no queixo, por ali fiquei... horas? Tanto faz... mas passou... está passando...




Dizia-se mágica, me fez acreditar que era de contos de fadas... Suspirou como nas histórias, me gostou em versões ilusórias... cantou em meus ouvidos palavras calmas, teve de mim as palmas. Mãos sonhadoras e olhos brilhantes, olhos que para ela foram tão irritantes.


Imitou um ídolo e teve a despedida de um discípulo.


Enviei cartas rasgadas de vontade e ela me devolveu papeis regados a saudade.

sábado, 30 de janeiro de 2010

É de vidro, dos mais vagabundos



Pensava em tantas coisas que a cabeça girava, feito quando me sentava sem intuito nenhum naquelas coisas que giram e que outras crianças sentam sem intuito também e acabam girando junto comigo.


Girava e me sentia enjoada, de tudo que passava e rodava e de tudo que já sei que passará. Era recomendável um filme, outro tipo de musica ou qualquer coisa que mudasse os tipos de pensamentos “girantes” que enjoavam a idéia de tê-los em mim.


Tudo parou e senti uma vontade que encheu minha boca de água. Os cookies da Etieny, ainda me lembro como o nome dela é escrito. Eles eram duros mas macios de morder, eram docinhos e impossíveis de se cansar. Havia algumas gostas de chocolate, mel, cereais, definitivamente não eram cookies. Era algo especial, que completava as manhãs na escola, todas sentadas no mesmo lugar, com as mesmas pessoas, um chão sujo e tão acolhedor. Me lembro de comprar pacotes e mais pacotes, comíamos no intervalo, na sala de aula, em casa.


Lembrar dos cookies, me fez perceber que a vendedora dos cookies eu posso achar tão fácil quanto achar alguma pirataria barata pela cidade. Que a escola eu posso rever, os outros que conviviam comigo também. Mas os cookies, esses eu nunca mais poderei saborear, e como pode ser tudo tão frágil assim.


A fragilidade das vontades me assusta. Era receita única, unicamente esquecida pela tal menininha da escola. Maldita hora que deixei a escola, a cidade, a calma, a sanidade. Poderia ter até hoje o pseudo cookie.


Acabei ficando mais deprimida do que poderia adivinhar. A idéia de que posso perder algo para sempre. Que ao escolher algumas coisas deixo para trás, pra sempre, algo que me adoçava tanto. E que nunca, nunca mais irá adoçar.


O doce que tinha dentro, foi apodrecendo, amargando, escurecendo.


Comecei a girar novamente. Muito, conseguia decifrar os objetos apenas por cores, azul, verde, alguma coisa se movimentando em branco. Minha boca se encheu de saliva, não era mais saudade do cookie, era enjôo, era pavor daquilo, que parecia tão único, mas era na verdade feito de vidro, dos mais vagabundos que se quer transparência me dava, não me dava nada, depois da boa impressão foi de cacos que me encheu.


Parei de rodar bruscamente, mais, mais uma vez.


As sensações, sim, as sensações, gritei! A saudade passa, a lembrança se confunde as fotos então, tão ilusórias quanto o show de sombras que vi semana passada.


As sensações não, ela não se confunde, ela não se perde, não se esquece. Não preciso nem fechar os olhos para me sentir mordendo aquele tipo de biscoito encantado, não me lembro ao certo do seu gosto, mas lembro exatamente da sensação que tinha toda vez que mordiscava os pequenos pedaços, separava os melhores de um lado da boca, os fazendo passar bastante pela língua, para sentir o máximo possível seu gosto. E quando os pedacinhos passavam pela garganta, iam bem de leve, enquanto os sentia descendo comentava o quanto aquilo era bom, o quanto ela tinha que fazer mais, e mais.


Como é assustador ter a certeza de que nunca mais, para sempre, eternamente. Não terei mais o biscoitinho.


Isso comprova, que por maior que você seja dentro de mim, e que nunca, para sempre, eternamente, irá viver em mim, um dia, qualquer um, eu posso nunca mais, para sempre, eternamente não te ter. E você tentando desperdiçar o pouquinho que nos resta, tão pouco, tão frágil.

F.r

terça-feira, 20 de outubro de 2009

As três



A roda voltou, a infernizar, com seu cheiro ruim e textura indecifrável. Se a luz apaga, rios se derramam, se a luz se acende fica tudo doente e sem nexo.


Minha vida e três garrafas acompanhantes, minha rotina com três garrafas, meu trabalho, meu lazer, meu namoro, com três garrafas.


No breu as três garrafas é que são merecedoras de mim, com claridade eu que só mereço as três garrafas. O significado é tão ingênuo e coerente, quanto... Quanto tudo aquilo que coube de volta na minha carteira.


Eu vejo as três garrafas, eu as bebo. Bate, bate muito forte algo dentro da minha cabeça, é a roda que roda tão fortemente, o suficiente para que eu não entenda, não decifre.


Nunca, se quer uma única vez, consegui entender porque rodar assim, ao contrario do meu ciclo, voando em direção a tudo, tudo tão distante de mim.


Por mais, ainda, que eu consiga conversar dentro de todos os bules que já observei na vida inteira, não terei coragem para te contar, ou perguntar da roda. A roda é minha, mesmo eu tendo tirado de todos, tentado partilhar com todos, e por fim, um fim frustrado, a guardei bem aqui dentro.


Está frio, é isso, este é o tal motivo.


Com a janela aberta não consigo enxergar a Lua, bonitinha. Só vejo o fim da luz de uma ou várias casas, que muito me interessa saber de cada parte da vida delas, porque a luz ainda esta acesa? Porque a terceira casa, à esquerda, depois da amarelinha tem acesa uma luz vermelha diferente de todas as outras?. Afinal são três da madrugada, qual o motivo para se acender uma luz vermelha?


Ver as luzes e não a lua faz rodar mais leve, escrever faz parar, tudo aqui nas teclas do computador. Ah os tempos modernos...


Tenho uma pilha de filmes, bons filmes para assistir. E dormir, e... Eu fecho os olhos e tento escutar um dos tantos telefones que tenho tocar, pode ser um só, tem que ser um só. Tento até escutar a voz dela falando de mim, de nós, dou uma risada, duas, três e eu sou só sorriso e ela do outro lado avisa que está na porta, pronta pra me abraçar.


Preciso da minha psicóloga... Não... Não é dela que espero uma ligação, seria engraçado se fosse, imagino a cara dos meus amigos, o ciúme da minha namorada linda. Me deu até uma vontade louca de rir, desesperadamente.


Ela do outro lado avisa que está na porta, pronta pra me abraçar, ela a minha senhora psicóloga... RS.


Mas espero mesmo é o abraço da minha velha garrafinha de água.

F.R

quarta-feira, 30 de setembro de 2009




Ter uma doença é quase como ter um mal próprio que os outros tentam, desesperadamente, viver tudo tão intensamente com você.


Mas hoje, não existe demonstração, seja ela qual for que possa dividir isso comigo. Não que eu queira, eu nunca quis. E como explicar sem parecer grosseira?


Acordei de um sono quase sem sono, decorrência da dor que não passa não me da trégua um minuto se quer. Quase sempre vejo um resquício de sol, e isso pode ser uma sorte tremenda. Não, não foi de sol que meus olhos preencheram. Foi de, algo como, uma, pausa... Tão silenciosa e sentida.


Fui ao banheiro e daí, ali, sentada vi um sol.


Deitei de novo. Quanto tempo mais posso aguentar? Talvez seja como um teste, ou ainda que seja sem o talvez, um teste realmente. Pode ser que não seja nada. Mas hoje acordei pensando que aquilo tudo, que me fazia sentir que acordar era tão comum e tão difícil, era realmente minhas sombras. Que como uma brincadeira de criança tentei esconder e para minha surpresa, consegui!


Essa dor que não passa.


Ter uma dor, é quase como ter uma doença, tão devastadora e incomum, quanto dói perder uma boca ou a palma de uma mão.


Me perguntaram sobre isso, isso tudo, tudo meu e que acabou sendo nosso. Mas o que posso dizer sobre? Rss.. Mas eu respondi como sempre com um objetivo muito bem claro, eu respondi.


Algo que falava de flores, que queriam dizer odores, fáceis de serem correspondidos, mas que não eram nunca.


Logo depois percebi, lembrei, que em um dos outros textos, eu dizia sobre as tantas perguntas, que nunca acabavam que nunca acabam. E hoje, porque hoje não falar das tantas respostas que tenho unicamente para a doença de não saber mais lidar com tudo aquilo que me trás dor.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

politicagem jornalística


Às vezes vendo, lendo, escutando os tantos jornais pouco informativos que existem, que insistem em existir sinto uma vontade imensa de estar , de voltar para o século XVIII. E cair no meio da revolução industrial, ler mais e mais do Marx. Ainda que de todos os motivos e cabimentos, os meus, atuais sejam os mais antecipados e preocupados, que talvez em: XVIII seriam tão atuais e preocupados.




Li em algum desses meios, que o Sarney fica, e que a Dilma tinha dois compromissos nesta tarde. E... me sinto tão passiva, com tanto medo de perder o LULA, e tão calma ao mesmo tempo. Pode ser a liberdade de expressão, pode ser que o meu motivo e o de todos, a liberdade de ter um blog e falar disso, daquilo, sem grandes revoluções e com um conforto incrível.




Queimar sutiã, escrever e ser lida, isso me vem a cabeça e sempre me parece tão generoso, e distante. Mas na época, a verdade é que na época dos sutiãs não existiam blogs, direitos... E pra que? Hoje temos parcialmente tudo o que brigaram um dia e não usamos para absolutamente nada. Eu não uso.




Ser política, ser politicamente correta, discutir com os amigos, em momentos interessantes sobre os direitos, os deveres, os governos, mostrar que leio, estudo, entendo e ainda assim apenas vejo os meios falarem absurdos, dos absurdos que um tantinho de gente andam fazendo e representando por um tantão de acomodados.




Parei de discutir política, religião, musica, cor, preconceito, eu tendo a ser possessiva pelas minhas idéias e ideais. Daí! Me calo, se calam para que não haja discussão. Porque é bem melhor discutir sobre a novela, o relacionamento, o dia, assim ninguém se desentende sério com ninguém e dormem todos bem. Mas estava aqui pensando, ainda hoje, se eu usasse 10% da minha disponibilidade de discussão com alguma coisa que possa vir a mudar alguma coisa... Seria... Seria alguma coisa. Mas está tarde e tenho que dormir, amanha eu trabalho... Rs é amanha eu levanto tão cedo para trabalhar...







Boa noite




http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/08/15/sarney-diz-que-soube-de-atos-secretos-por-relatorio-da-fgv-757425272.asp O.o







http://oglobo.globo.com/pais/moreno/posts/2009/08/04/simon-pede-que-sarney-renuncie-tropa-de-choque-contra-ataca-211007.asp [RS]




porque o O GLOBO domina o google???